segunda-feira, 5 de maio de 2014

Há 14 anos atrás

Hoje revisito o passado, viagem longa, reminiscência distante, quase perdida no horizonte da memória.
O título do ficheiro é poema mongo, mongo, mongolóide, eram palavras muito em voga no estertor do século XXI. Já o título do poema remete para um final de adolescência atribulado. Mal eu sabia o que era a vida.

Desilusão

Eras pedra, transformaste-te em pó
Eras vida, … cedeste
Vivi para ti, ignoraste-me
Por causa de ti sinto-me só

Tanto esperava de ti, desiludiste-me
Melhor para ti, irias sofrer
Com a desilusão posso eu bem
Será que aguentarás o transtorno?

Iludi-me com a tua perfeição
Tu não reagiste à minha paixão
Perdeste-te na tua confusão
Espero que não durmas em vão…

Do sol vive a vida
Da ilusão vivi eu
Tempo perdido ou não
De certeza que mais virão


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