sexta-feira, 25 de abril de 2014

Largo do Carmo

Hoje senti-me um estranho na minha cidade. Perdido também geograficamente mas confuso por estar no meio de qualquer coisa que quase se podia tocar e não conseguir perceber a sério o que me rodeava. Curioso,completamente desperto para tudo, vício de me tentar orientar por referências que me possam situar para avaliar por comparação a qualquer coisa e tentar compreender, mas ao mesmo tempo sem saber a que estar atento por isso sempre a escorregar para o desequilíbrio. Vivi mais do que compreendi.
Tive a sorte em herdar a liberdade que foi conquistada por alguns dos presentes nesta comemoração e por outros que já não se vêem, mas não vivi em ditadura e não vivi a vitória de sair dela, apenas desfrutei. "Eles" que viveram essa ausência de liberdade estavam lá com a voz embargada e na alegria que a comunhão de estado de espírito traz. Deixando para outros textos a discussão do conceito mais lato de liberdade, dúvida legítima,mas que em si é um luxo dos tempos modernos. Naquela altura era claro e consensual o que era liberdade, mais fácil de definir por oposição ao que viviam. E perdoem-me o meu francês mas só me lembro de um: - Foda-se, muito obrigado pela referência que é ver alguém disposto a morrer por um ideal, por um valor partilhado e não viver uma vida inteira orientado para um valor individual. Sem hipocrisias ou superioridade moral, também fui formatado para ter como referência o que os meios de comunicação me dão e o que a escola me ensina. Não posso é ter medo de assumir que vou lutar por mais que isso- O 25 de Abril também é literalmente quando um homem quer.
Acabo com um ponto de exclamação em forma do poema desta Senhora:

"25 DE ABRIL

Esta é a madrugada que eu esperava
O dia inicial inteiro e limpo
Onde emergimos da noite e do silêncio
E livres habitamos a substância do tempo


                         Sophia de Mello Breyner Andresen"

quinta-feira, 24 de abril de 2014

Vĩo Molher Siso

Todos os textos de alguma maneira vão reflectir interesses de quem os escreve. Assumindo a forma de preocupações, desejos ou curiosidades vamos viajando através da inspiração e o título foi composto por palavras chave que nos inspiram.
Em português arcaico porque representa algo que antecede a língua portuguesa actual, sendo que a origem da nossa língua foi o latim e o latim esta presente em alguns textos do nosso blogue original, decidimos que esta passagem para o novo blogue era bem ilustrada pelo arcaico para introduzir o contemporâneo.

Feita a nota introdutória...
Criar um perfil é complicado. Para a maior parte das pessoas que usa internet esta questão já se colocou há algum tempo com outras redes sociais e talvez já não se recordem, mas a ideia de te definires nos vários parâmetros e de criares quase um mini-curriculum de gostos e visões pode ser complexo. Quais são os teus filmes preferidos ou músicas? Raramente se pensa nisso, a não ser que sejas uma figura pública que nas entrevistas tem de ter um discurso mais ou menos preparado para a imagem que quer projectar. Não há respostas certas ou erradas, tu não consomes os filmes ou músicas e colocas numa hierarquia pensada e completamente organizada. Comparar filmes de terror a comédias ou romances a ficção científica quando gostas de vários géneros é tão desnecessário com irreal. Nem nos Óscares isso é bem feito na minha opinião e são bem mais especialistas que eu...Mas para ti é importante seres coerente com a imagem que tens de ti próprio,o problema é que isso às vezes entra em conflito com a imagem que vais passar para os outros ao escolheres alguns filmes e afinal de contas é para os outros que estas a escrever..Vou propor uma solução para esta parte dos filmes, o critério mais perto de ser justo é pensares na quantidade de vezes que já viste o filme e ires por aí (excepção feita ao cinema animado e filmes para adultos, porque afinal de contas nunca se põe tudo na net) vai dar mais ou menos as escolhas certas.

Para a música este modelo não se pode aplicar, consomes de maneiras diferentes e é mais permeável a mudanças. Por isso para a música não posso ajudar, mas se ainda não há um site com respostas se puseres músicas para perfil no Google não podem ter uma expectativa irrealista da utilidade deste blogue...


Bem importante, amanhã fazemos 40 anos do 25 Abril de 1974, mas os parabéns antecipados já deram azar muitas vezes, por isso vou viver primeiro o 25 de Abril de 2014 e depois logo se vê.

Liberdade e aquele abraço




terça-feira, 30 de Julho de 2013

Sem título

Hoje fui dos últimos a sair do ginásio, nunca tal me tinha acontecido. O ginásio fecha às 22 horas e às 21:50 éramos cerca de 10/12 pessoas lá dentro a tocar os últimos acordes. Para um ginásio que costuma ter, com regularidade, cerca de 80/100 pessoas, esta foi uma experiência diferente, mais intimista, sem o corrupio das horas ditas normais (já nem digo de ponta, porque aí é o caos e a espera para fazer cada exercício é exasperante, tornando pouco prazerosa a experiência de ir ao ginásio). Senti-me bem, é uma experiência a repetir, e para adensar ainda mais esta experiência, saí do ginásio e fui envolvido por uma brisa tépida, inspirei fundo várias vezes, parei, olhei para o céu feito maluquinho no meio da rua na esperança de ver um céu alentejano, e depois pensei "que ingénuo, estou em Lisboa". Cheguei perto do carro rapidamente e já sabia que a partir do momento em que entrasse no carro iria direito a casa e o dia terminaria aí. Tentei arrastar ao máximo o processo de entrar no carro. Olhei para o telemóvel, vi uma chamada não atendida da minha mãe. Liguei-lhe, quis falar ali com ela, fora do carro, quis inspirar aquela temperatura amena enquanto trocava um diálogo prosaico com ela. Entrei dentro do carro, liguei o motor, e comecei a descer à rua em direcção ao lar. Na cabeça estava a vontade de ir directo à praia, apesar do adiantado da hora. Faltou-me a coragem e imperou a lógica, o excesso de racionalidade que tantas vezes é necessária para a vida ser equilibrada. De um lado a vontade, a sensação, do outro os óbices: trabalho no dia a seguir e acordar às 8 da manhã, o ter que preparar a comida para o dia seguinte, o dinheiro gasto em gasolina por uma hora na praia, o ir sozinho. Não gosto da vida com estas amarras, mas neste momento este tipo de racionalidade é um mal extremamente necessário e edificador.
Por vezes o barco necessita de ficar ancorado algum tempo antes de se lançar ao mar, e aí começa a aventura, pegas no leme e navegas, deixando o mar e o vento fazerem o seu papel, não há amarras, há bússolas e mapas que horas usas ora guardas, há mundo por desbravar, a descoberta, uma das mais belas coisas da vida.

sábado, 20 de Julho de 2013

Os meus Pés


Após o interregno necessário para uma reflexão profunda, o tema para o meu próximo texto foi finalmente definido. O rufar de tambores que antecede momentos altamente empolgantes e de alguma tensão, tais como este , desta vez não será utilizado porque o tema é mencionado no título, sim…Será um texto sobre os meus pés.

A epifania surgiu, quando o meu irmão, um observador nato, após ouvir da pessoa com quem partilha muito do adn a dizer – este é o terceiro par de chinelos que me faz uma ferida nos pés...  - reagiu com a perspicácia de um - Mano, tens os pés mesmo feios!  – fazendo me imediatamente ficar melhor da dor, ao perceber a metáfora que ele me quis mostrar e que me atropelou na forma daquela situação.

Os meus pés são bastante funcionais, mas não correspondem ao ideal de beleza que tem sido definido e veiculado nos anúncios de cremes para o corpo. Os dedos não são completamente direitos e alguns, os chamados ” médicos ”, podem argumentar que tenho um dedo consideravelmente  maior que os outros nove. No entanto, os meus pés têm o nível de fragilidade de um recém nascido. Fico com pequenas lesões com muita facilidade, a areia da praia faz me confusão, tenho cócegas e faz me impressão que me toquem nos pés em geral. Há muitas pessoas que se passeiam com pés de uma beleza convencional e mais consensual, mas que quase nem se lembram que têm pés, não apresentando nenhum tipo de sensibilidade, mal olham para os pés e só se lembram deles para comparar com alguém que acham que tem os pés feios.

A metáfora que me parece completamente inequívoca na observação do meu irmão, é em relação à maneira como nos relacionamos com  beleza, quando a vivemos de uma perspectiva quase competitiva. Sabendo que será redutor para alguns, em ambos os lados do exemplo, é necessária a generalização para explicar o ponto de vista.

 Os que têm uma beleza menos óbvia acabam por senti-la com mais intensidade, ou na procura de se aproximarem mais dos estereótipos de beleza, pensando comparativamente e avaliando demoradamente as nuances das suas imperfeições. Idealizando a beleza a que aspiram, delimitando os pormenores dessa espetacularidade e valorizando intensamente cada conquista/melhoria nesse campo. Derradeiramente acabam  por se definir pela aproximação do tal aspeto, muitas vezes esquecendo que a verdadeira beleza é o lado individual da que cada um possui. Vivendo no elogio alheio uma experiência marcante em que tiveram um gosto dessa vida a que aspiram.

Neste contexto competitivo ,antagonicamente vivem aqueles cuja beleza é alvo da inveja, todavia para os próprios, essa mesma “beleza” torna se banal. Um elogio a essa beleza é uma constatação óbvia e algo que já foi tão repetido que é necessário um insulto para chamar a atenção de alguns destes seres. A beleza não é um deleite para os que a vivem na primeira pessoa, não ficam a analisar com detalhe esse esplendor. Lembram-se dela quando comparados aos que não a possuem e quando começam a ter medo de estar a perde-la, antes dessa fase tornam-se insensíveis à sua beleza unanime. Da mesma forma que alguém que tem as duas pernas não fica radiante por ter as duas pernas  até ver alguém que não tem esse privilégio ou quando está na iminência de ele próprio deixar de tê-las a funcionar corretamente.

Tornando se a beleza algo que quando vivida segundo as coordenadas dos outras é dolorosa ou indiferente, a grande moral desta história é personificares a alternativa de viveres a tua beleza. Aceitares o belo que há naquilo que és e celebrares a beleza que há no mundo evitando medires te por aí é a forma de conciliar beleza e bem estar.

Por tudo isto, sumariando o acima descrito e citando a resposta que dei ao meu irmão –  Cala-te! Os meus pés são lindos – Aproveitem, os melhores cumprimentos para os vários milhões que congregaram atenções neste texto.

domingo, 23 de Junho de 2013

"Sejam realistas, peçam o impossível"

Hoje revisitei o slogan do Maio de 68, há muito escondido da minha memória. Não vou discorrer sobre o sentido do slogan e do seu contexto social e político. Vou apenas sequestrá-lo e forçá-lo a um sentido aplicável a mim, a nós, ao indivíduo contemporâneo.
Ser realista e pedir o impossível não é ludibriar expectativas, colocar metas irrealizáveis e depois entrar num marasmo revoltante, que não só sabota ainda mais o caminho que pode levar às metas como nos pode atirar para uma navegação cabisbaixa, soturna e sem norte.
O título deste post significa que devemos ter ambição, devemos ser inconformados, exigir o que temos direito e o que achamos justo para nós. O primeiro passo para se ter sucesso nos objectivos propostos reside na dialéctica autoconhecimento/noção do meio envolvente, o segundo passará por uma luta consistente e constante pelos fins, pela capacidade de ser resiliente. E na minha opinião, embora a resiliência varie consoante o ser humano, a variabilidade desse traço de carácter está intimamente conectada com o modo como se definem os objectivos (consoante o realismo dos mesmos). Há  uma outra questão pertinente em relação a este assunto. Por vezes, o foco num objectivo que até é realizável a longo prazo, mas que tem de ser obrigatoriamente precedido por várias etapas, ou por um espaço longo de tempo, pode levar à queda, como quando se tenta subir lanços de escadas de 3 em 3 para de forma mais célere se chegar ao topo. Perde-se de vista o imediato, o que é importante, e perante uma má gestão de expectativas, surgem a desmotivação e a descrença. Nada disto é fácil, não somos máquinas, não somos alemães, somos pessoas, somos latinos.
Termino este périplo com a forma de pensar que tento forjar em mim e que me fez reparar particularmente neste slogan, quando hoje o vi numa revista. Há que ser ambicioso (uma ambição terrena, com uma pitada etérea), não podemos ser agrilhoados pelos constrangimentos sociais, pelas experiências e sensações negativas. Não nos contentarmos com o normal, o razoável, o insosso, seja com um trabalho, com amizades, com relações amorosas, deve ser um princípio de vida. O normal é melhor que o mau, mas o que esta vida tem para oferecer em termos de bom, óptimo e excelente é infindável, portanto, meus amigos, sejam realistas, peçam o impossível.
 
 
 
Tchucholini Carpaccio

terça-feira, 11 de Junho de 2013

Apetecia-me escrever

 
 
Mas a sensação é de não ter nada para dizer, apetece-me deambular, ir vendo no que é que dá, espreitar por trás da esquina, respirar, cheirar, tocar, rir. Apetece-me levantar a moral das pessoas que merecem, das pessoas que são boas. Apetece-me ter pena daqueles que são mesquinhos, egoístas e superficiais. Uma vénia a quem respeita, uma vénia a quem valoriza. A vida é uma sucessão de momentos, uns iguais aos outros, estamos contemporânea e sociologicamente formatados para desvalorizar os bons momentos, as boas pessoas. De repente olhamos para trás e o momento agiganta-se, já passou, já não os temos, talvez não se repitam. Por outro lado parece que há uma fúria social competitiva em que acabas por não conseguir desfrutar o tempo próprio do momento.
Este baile de máscaras social que ora me repugna ora me encanta. Queremos mostrar o melhor de nós, amostra que muitas vezes não existe, queremos esconder o que é aparentemente reprovável, quando é no pormenor, no defeito, na particularidade, que se cria o carácter especial, único e marcante do ser humano. É a minha opinião. Não sei se é da idade. Mas chegando aos 32 anos estou farto do normal. Não tentes ser igual aos outros, deixa a tua marca. Podes não ser o melhor, mas podes ser particular. E quem não gosta de ter algo único? Eu tenho o orgulho de conhecer 2 ou 3 pessoas únicas, e garanto-vos que são as melhores pessoas.


Uma boa música, um bom livro, um bom filme, uma boa paisagem, uma boa acção, uma boa reflexão, um bom texto. As sensações subjacentes a estes objectos\actos partilhadas com quem tenha a mesma filosofia de vida, isso sim parece-me a verdadeira vida. Atenção, falo de pessoas, de amigos, família, etc. Estas ideias lançadas atrás poderiam, para os mais incautos sugerir a ideia de relações amorosas. Oh que se foda o amor (pelo menos para já), há mais na vida para desfrutar, muito mais, e ficarmos reféns da ideia de que as boas coisas da vida só fazem sentido com alguém ao lado é estarmo-nos a privar da vida.
Este texto não foi escrito para ter sentido, para ter um esqueleto interno ou sequer um fio condutor. Como disse, apetecia-me escrever, sem ter ideias, andando, tropeçando, erguendo e esvaziando.
 
PS: Estou a começar perversamente a gostar desta ideia de fingirmos estar a escrever para um público quando ninguém lê isto.
 
 
El Pseudo Tchucho

quinta-feira, 6 de Junho de 2013

Badeçocomi

Bom dia/tarde/noite.

Depois do primeiro texto, a adaptação e grande motivação com novos objectivos a juntar a uma nova organização de tempo,definiram uma distância de umas semanas(quase 2 meses) até ao segundo. Isto que aparentemente não é algo assim tão importante/interessante, cumpre uma dupla função de,primeiro, servir como uma justificação para mim próprio para este atraso nas minhas ambições para o blog e segundo é excelente para fazer a ponte com o tema e puxar o fio condutor deste texto,porque junta as várias palavras chave do que vou expor,isto tudo na primeira frase.Vejamos:

motivação, esse motor para o sucesso que ,qual motor de um Punto de 94, tantas vezes falha e significa uma queda para o insucesso. A facilidade com que sentimos " cliques" negativos que nos levam para baixo é incomparavelmente superior à capacidade de ouvir ou utilizar os positivos para nos sentirmos bem. A maldita e ao mesmo tempo abençoada "balança dos cliques". O amargo do clique negativo abundante é o que nos leva a estar uma vida inteira à procura de estarmos realmente satisfeitos e o que nos mantém "a correr". Se o verdadeiro prazer está no caminho e a felicidade só pode existir como um momento, quanto mais caminhares por estar insatisfeito,mais te expões à felicidade. Parado o feliz torna-se o normal e rapidamente acaba como o mau.Então anda!Tens de andar para criar os tais momentos para ti. Sejam como forem,são os teus momentos,não há só uma maneira boa para viver a vida,tens de andar,sobreviver a muitos cliques e fazeres um caminho a que possas chamar o teu caminho,de modo a poderes ser feliz mais vezes.

Objectivos, na sequência do que escrevi ,e no auge do meu arrojo de opinar sobre como podes viver a vida, um homem só é homem se tiver objectivos. Tenho a plena convicção de que só vivendo com objectivos definidos por ti é que vives e deixas de sobreviver, tens de ter a coragem de pôr a fasquia alta para ti e esticares os limites.Em criança só quando esticas ao limite o risco de ires desamparado com os queixos ao chão é que começas a andar. O começar a andar aqui também tem o lado simbólico da evolução,evoluis cada vez que esticas os limites em prol de um objectivo,quer consigas quer falhes. Estas metas que acabam por ser os objectivos a que te propões alcançar,balizam a evolução para ti próprio nesta luta de esticar o limite. Um homem precisa de ter sonhos! Eu lembro-me por exemplo de um dos vários sonhos que tenho(Sim, que eu quando é para sonhar não tenho vertigens vou lá bem ao alto) tenho o sonho de que o meu irmão um dia leia isto e que a par do que tento ser para ele,que isto o inspire a tentar ser melhor por ele e pelos dele e a continuar a ter a autenticidade em tudo o que tenta fazer, basta isso para o blog ter sido um sucesso do outro mundo(se ler mesmo,aproveitar também e que o inspire a estar uma distância de segurança da droga,álcool e herpes).

Organização, por coincidência,a última palavra que vou buscar à primeira frase do texto pode ser também o fim para qualquer boa intenção de caminho.Esta parte na minha pessoa ainda é um ponto que estou a trabalhar como podem perceber pela minha incapacidade de gerir coisas novas na minha rotina e cumprir prazos,mas em breve vou fazer uma vítima de TOC(transtorno obsessivo compulsivo) ficar impressionada(com o gigante respeito que me merecem não será nada fácil ter a doença e um dia vou dedicar um texto ao tema) . Só racionalmente não conseguimos chegar lá, das últimas vezes que me tem parecido que começava um caminho que podia ajudar a ser uma melhor versão de mim próprio falhei na confusão de prioridades, de preocupações e consequentes medos. A organização é a base que te permite ter disponibilidade para este encadeamento, ou seja só a organização possibilita que a motivação se traduza em objectivos. A auto disciplina que tanto se elogia não é mais que organização mental de prioridades,seres coerente com essa organização e não te expores a situações que influenciem negativamente a tua vida arrumando a tua rotina e estipulando convivência com pessoas e situações em função do que queres para ti. Auto disciplina que como conceito agrada mas pensando nos tempos que correm e pelo estilo de vida contemporâneo é sinónimo de ser certinho ou retrógrado,mas la esta um texto de cada vez,foi bom voltar… Os melhores cumprimentos DN.