Saber que alguns amigos conhecem a existência do meu blog
fez-me imaginar que, num primeiro impacto, acabaria por trazer mais filtros no
tema e na própria escolha de palavras. Pensei que quando voltar a escrever vou
sentir-me demasiado consciente de mim próprio, excessivamente analítico e isso
vai resultar num texto contrafeito de um texto escrito por mim antes destas novas
condicionantes…Mas depois acabei de dizer o nome do blog a esses amigos e
passou-me…
Se calhar durou um bocado mais do que esses três segundos,
mas não muito mais. A opinião deles conta, mas não foi o que me levou a começar o
blog. Para além disso eu não sei sobre o que é que eles
querem ler. Nem sei o que se espera ao vir a este blog. Sei sobre o que quero escrever e mesmo isso
nem sempre é claro. Só consegui identificar dois constrangimentos, o primeiro foi a necessidade de fazer uma referência a essa situação na minha introdução sobre o
regresso ao blog e o segundo, o raciocínio de que
faz sentido ser mais pessoal...Sem a ingenuidade de tentar dar respostas que não
tenho, fazer por partilhar mais perguntas que tenho, sem escorregar para
existencialismos ou tentativas falhadas de filosofia (até porque que isso já faço naquele bocadinho entre o fim da saída à noite e o ir dormir e não me queria estar a repetir com alguns deles).
Já tenho dois textos
escritos, estava a adiar esta parte da introdução porque, apesar de achar que
faz sentido existir, não estava mortinho para a escrever. Esses textos vão ser
postados ao ritmo da escolha de jogadores para o onze do Porto, um em cada dia..Agora
para fim de texto, parece-me bem um:
adb864i&/(4FugU498()8g e aquele abraço!
DN
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