sábado, 25 de outubro de 2014

Ébola – a minha teoria da conspiração

Neste texto não vou aprofundar a minha opinião, vou misturar a minha opinião com a minha imaginação.
O Ébola já provocou milhares de mortes, sei que os primeiros hospedeiros do vírus foram morcegos que se alimentam de fruta (antes não sabia que existiam morcegos que comiam fruta), sei que quem descobriu o vírus, numa aldeia algures no Zaire, para evitar o estigma que ia provocar baptizar o vírus com o nome da aldeia deu o nome do rio que ali passava, o Ébola.  Taxa de letalidade entre 50 e 90% e sintomas iniciais parecidos com os de uma qualquer gripe, o que é um “miminho” para o pânico.Recentemente em Espanha, um missionário que foi contaminado em África morreu e uma das enfermeiras que o tratou foi o primeiro caso de contágio a acontecer já na Europa. Acho que não sei tanta informação de mais nenhuma doença.
A parte que me interessa, para este texto, é o que eu não sei. O cão desta vítima do vírus, história sobejamente conhecida, terá sido abatido pelas autoridades Espanholas sem se ter confirmado se estava contaminado. Escrevo terá  porque tenho muitas dúvidas sobre o que aconteceu. Supostamente não existem casos verificados em que um cão seja portador do vírus, embora exista a teoria de que podem transportar o vírus de forma assintomática. Agora temos um cão, fechado numa casa, portanto isolado naquele momento, que esteve em contacto com um humano infectado. Uma oportunidade de estudar de forma mais próxima o comportamento do vírus no animal, caso o mesmo fosse portador, eventualmente podíamos testar a possibilidade de se transmitir de animais domésticos para pessoas e vice-versa. As autoridades Espanholas e até as internacionais, não pensaram nisto…? Claro que pensaram!
O cão de certeza que não ia cumprir as regras de prevenção… Agora qual seria a reação das pessoas se soubessem que os cães podem transportar a doença e passá-la aos humanos? Á distância da televisão somos todos ponderados e tolerantes. Mas num cenário hipotético, imagina se a doença chegar a Portugal, sendo que a taxa de letalidade é elevada era possível acontecerem vítimas mortais. Imagina o pânico das pessoas quando ouvissem alguém tossir no metro, quando tivessem febre ou quando soubessem de alguém com sintomas,que recordo são numa fase inicial semelhantes aos da gripe. Quantos casos de gripe haverão só no Outono? Tudo isto instigado pelo medo espalhado pelos média.
Neste cenário de início de walking dead, imagina que os cães são um veículo silencioso da doença. Um cão de rua ia tornar-se o papão, o cão do teu amigo ia-te deixar desconfiado e o teu ia levantar um dilema moral e quando as coisas se colocam nestes termos, entre um cão e uma pessoa, na dúvida a balança ia pesar para o mesmo sítio em muitos casos e era um perigo do animal entrar em extinção. 

Acredito que o excalibur foi levado pelas autoridades para análise e para evitar a onda mediática e quem saber proteger os animais domésticos a história foi contada assim.  Complicado depois de tantas teorias que foram apelidadas de rebuscadas e mais tarde se confirmaram não ser(Como por exemplo escutas dos Estados Unidos ao mundo, quantos acreditariam “de caras” antes de se saber e quantos apelidariam de rebuscado?) é tentador especular.

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