Eva: Olha este miúdo estupido que me esta a irritar e a obrigar
a fazer esta cena que eu não quero.
DN: A Eva* não quer cooperar comigo nesta ideia.
A dificuldade associada a expormo-nos a coisas novas não
pára de me surpreender, distrair uma pessoa enquanto escrve, nas raras vezes
que ofaz, é crime!! Recuperando a ideia do receio de falharmos, quando falhar é
não tentar na maior parte das vezes, que processos de formatação nos
constrangem desta forma? É natural nos seres vivos? Não me lembro da última rapoZa
envergonhada que vi, uma bvaleia a corar um leão a gaguejar com os nervos…Nada.
Ainda assim, a Eva tem receio de não escrever o texto
perfeito, sem moral para grandes considerações, afinal de contas eu não canto
em karaokes pela mesma razão, ou falta dela.
Ano novo vida nova. Ou não. Vamos ver.
·
A escolha do nome, foi um processo completamente
aleatório, em que a “Eva” escolheu ser a “Eva”, quando na realidade a sorte
ditou que ia ser a Adelaide.
Uma nova tentativa de não controlar o texto aproximadamente
durante 4 minutos sem apagar muito.
DN
Sem comentários:
Enviar um comentário